quarta-feira, 25 de março de 2015

DESERTOS DE MIM

DESERTOS DE MIM
Meus EUS que caminham dentro da minha alma por vezes deserta
Fazendo-me refletir os prós e os contra dos meus passos por vezes incertos
Levando-me as lágrimas enrustida no sorriso franco meu de cada dia
Desertos de mim.... frios na espinha morta de medo
Mas me reflito no espelho e me olho na vertente da minha idade
Que de tanto caminhar já marca a pele e a alma sofrida
Saio desses desertos porque sei que eles são apenas passagém
Nem pensei fazer deles moradia, jamais..
Desertos de mim que me impulsionam a seguir em frente
Em busca de saidas.
Saio deles altaneira e revestida de uma couraça de sabedorias
Meus medos e meus ais se dissipam pois na saída vejo luzes
Vejo caminhos me levando para experiências ousadas da vida
Desertos de mim que vão ficando na poeira do passado
Enjaulados no baú de um coração imenso, embora pequeno
Que bate no meu peito as vezes apressado
E me diz em silêncio; Segue seu rumo, ainda que atravesse desertos
Desertos de mim.... escondidos em mim


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